Videozinho que fiz hoje, no caminho pro trabalho...
terça-feira, 10 de agosto de 2010
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Sobre sua opinião, Barbara Gancia
Toda segunda-feira é quase a mesma rotina, abro meus emails e atentamente vou selecionando aquilo que pode me ser útil ou não. É complicado fazer isso diante da enxurrada de coisa que aparece nas listas de discussão das quais faço parte, mas tento acompanhar na medida do possivel.
Um dos textos me chamou bastante atenção e é sobre ele que vou falar.
Acabo de chegar no trabalho, às 9h (09/08/2010). Passei pela Av Sumaré, Inácio Pereira da Rocha e um pedaço da Pedroso de Moraes e Faria Lima. Chego aqui comentando que hoje o trânsito de veículos tava tão infernal que pude passar tranquilamente nos corredores e ainda assoviar as músicas da Amy Winehouse. Ao contrário da maioria, eu NÃO estava de carro. Vim pedalando sobre uma bicicleta - meu principal meio de transporte atualmente em São Paulo.
E sinceramente? Não fiz isso preocupada com o meio ambiente, nem com o que pessoas (como a tal Bárbara Gancia) iriam pensar ou falar de mim. Fiz isso pq cansei de ser troxa, de perder tanto tempo parada numa rua, de chegar atrasada pelo mesmo motivo sempre. Cansei! Precisava chegar no horário, dormir um pouco mais, ter disposição e continuar bem humorada mesmo num dia de cão.
É... cada um tem suas prioridades na vida. Eu tenho as minhas e gostaria de ser respeitada.
Participo da Bicicletada há quase dois anos, tive um carro, moro bem, não passo muitas dificuldades financeiras. Sou patricinha? Sei lá.. O que é ser patricinha/mauricinho? Barbara Gancia é patricinha?
Fato é.. ando de bicicleta, adoro fazer isso todos os dias. Aliás, muitas vezes é a única coisa legal que me acontece. Chego no trabalho rezando pras horas passarem e eu poder voltar de bike novamente. Por vezes até estico meu retorno, passo na casa de algum amigo, ou em algum barzinho, ou vou passear sem rumo. Posso fazer isso, tenho essa liberdade e (mais uma vez) só queria RESPEITO dos outros.
Bárbara, sua opinião medíocre e sem fundamentos de que "a bicicleta deveria apresentar uma alternativa pra quem não tem dinheiro" e que "no caso de SP, presta-se apenas a paleativos" não me surpeeendem, visto que sua coluna naquele jornal de grande circulação não faz parte da minha rotina de leitura (agora menos ainda). Minha preocupação está na lógica assassina e no desserviço que a senhora presta àqueles que te lêem, ratificando o pensamento conservador de que a bicicleta não faz parte do trânsito das cidades.
Independente da sua opinião e das características 'pequenas e mesquinhas' (como se auto define e hei de concordar) peço (mais uma vez) RESPEITO pelas pessoas! Respeito por quem utiliza a bicicleta como meio de transporte em SP. Se você concorda ou não, isso é um problema exclusivo SEU! Assim como não interferi na vida daqueles infelizes que travaram a Sumaré hoje pela manhã..
E só uma correção na sua fala: "A fim de se proteger de um 'inimigo' invisível (...)" ERRADO! Esse 'inimigo' não é tão invisível assim! Ele tem cara, tem forma e tem nome. Por vezes esses inimigos expressam opiniões por ai e me assustam. Fazem até ameaças do tipo "vai cair e quebrar todos os dentes". É contra esse tipo de gente que eu luto todos os dias nas ruas, gente que ameaça a vida dos outros, mas chora a morte de alguém que foi atropelado por um carro enquanto andava de skate. Gente HIPÓCRITA E ASSASSINA!
Mas a vida continua e eu preciso trabalhar esperando que o tempo passe logo pra voltar pedalando, mais uma vez. Só quero chegar viva em casa, assim como vc!
Leia mais sobre esse caso:
Blog do @oBicicreteiro
Blog do Outras Vias
Blog 10porhora
Um dos textos me chamou bastante atenção e é sobre ele que vou falar.
Acabo de chegar no trabalho, às 9h (09/08/2010). Passei pela Av Sumaré, Inácio Pereira da Rocha e um pedaço da Pedroso de Moraes e Faria Lima. Chego aqui comentando que hoje o trânsito de veículos tava tão infernal que pude passar tranquilamente nos corredores e ainda assoviar as músicas da Amy Winehouse. Ao contrário da maioria, eu NÃO estava de carro. Vim pedalando sobre uma bicicleta - meu principal meio de transporte atualmente em São Paulo.
E sinceramente? Não fiz isso preocupada com o meio ambiente, nem com o que pessoas (como a tal Bárbara Gancia) iriam pensar ou falar de mim. Fiz isso pq cansei de ser troxa, de perder tanto tempo parada numa rua, de chegar atrasada pelo mesmo motivo sempre. Cansei! Precisava chegar no horário, dormir um pouco mais, ter disposição e continuar bem humorada mesmo num dia de cão.
É... cada um tem suas prioridades na vida. Eu tenho as minhas e gostaria de ser respeitada.
Participo da Bicicletada há quase dois anos, tive um carro, moro bem, não passo muitas dificuldades financeiras. Sou patricinha? Sei lá.. O que é ser patricinha/mauricinho? Barbara Gancia é patricinha?
Fato é.. ando de bicicleta, adoro fazer isso todos os dias. Aliás, muitas vezes é a única coisa legal que me acontece. Chego no trabalho rezando pras horas passarem e eu poder voltar de bike novamente. Por vezes até estico meu retorno, passo na casa de algum amigo, ou em algum barzinho, ou vou passear sem rumo. Posso fazer isso, tenho essa liberdade e (mais uma vez) só queria RESPEITO dos outros.
Bárbara, sua opinião medíocre e sem fundamentos de que "a bicicleta deveria apresentar uma alternativa pra quem não tem dinheiro" e que "no caso de SP, presta-se apenas a paleativos" não me surpeeendem, visto que sua coluna naquele jornal de grande circulação não faz parte da minha rotina de leitura (agora menos ainda). Minha preocupação está na lógica assassina e no desserviço que a senhora presta àqueles que te lêem, ratificando o pensamento conservador de que a bicicleta não faz parte do trânsito das cidades.
Independente da sua opinião e das características 'pequenas e mesquinhas' (como se auto define e hei de concordar) peço (mais uma vez) RESPEITO pelas pessoas! Respeito por quem utiliza a bicicleta como meio de transporte em SP. Se você concorda ou não, isso é um problema exclusivo SEU! Assim como não interferi na vida daqueles infelizes que travaram a Sumaré hoje pela manhã..
E só uma correção na sua fala: "A fim de se proteger de um 'inimigo' invisível (...)" ERRADO! Esse 'inimigo' não é tão invisível assim! Ele tem cara, tem forma e tem nome. Por vezes esses inimigos expressam opiniões por ai e me assustam. Fazem até ameaças do tipo "vai cair e quebrar todos os dentes". É contra esse tipo de gente que eu luto todos os dias nas ruas, gente que ameaça a vida dos outros, mas chora a morte de alguém que foi atropelado por um carro enquanto andava de skate. Gente HIPÓCRITA E ASSASSINA!
Mas a vida continua e eu preciso trabalhar esperando que o tempo passe logo pra voltar pedalando, mais uma vez. Só quero chegar viva em casa, assim como vc!
Leia mais sobre esse caso:
Blog do @oBicicreteiro
Blog do Outras Vias
Blog 10porhora
sexta-feira, 30 de julho de 2010
MTV (não) Debate
Essa semana participei do programa MTV Debate apresentado pelo Lobão, ao vivo na MTV. O tema foi "Carro e velocidade são feitiche para os jovens?", na mesa tava uma galera que faz "racha profissional" em autódromos e pessoas que (assim como eu) tambem acham que altas velocidades são responsáveis pela violência no trânsito.
Já de cara é possível ver a principal contradição entre os discurssos: um lado fala sobre a velocidade dentro de espaços estruturados pra isso e outro pensa e teme a velocidade em espaços públicos.
E foi assim durante todo o programa. Eu tentando puxar o assunto para o perigo das nossas vias serem feitas para os carros correrem (e como essas práticas podem influenciar na rua) enquanto o foco rondou o racha como prática esportiva legalizada.
No fim achei o "debate" fraco, sem conteúdo e totalmente fora do que havia sido proposto. Os pontos positivos ficaram na comparação entre duas campanhas de transito (uma inglesa e a brasileira) e algumas intervenções pontuais.
Mas não me surpreendeu tanto pq ja tinha sido alertada por alguns amigos que aquele formato não proporciona debates sérios!
Pra quem não viu, assista a integra aqui
.
Já de cara é possível ver a principal contradição entre os discurssos: um lado fala sobre a velocidade dentro de espaços estruturados pra isso e outro pensa e teme a velocidade em espaços públicos.
E foi assim durante todo o programa. Eu tentando puxar o assunto para o perigo das nossas vias serem feitas para os carros correrem (e como essas práticas podem influenciar na rua) enquanto o foco rondou o racha como prática esportiva legalizada.
No fim achei o "debate" fraco, sem conteúdo e totalmente fora do que havia sido proposto. Os pontos positivos ficaram na comparação entre duas campanhas de transito (uma inglesa e a brasileira) e algumas intervenções pontuais.
Mas não me surpreendeu tanto pq ja tinha sido alertada por alguns amigos que aquele formato não proporciona debates sérios!
Pra quem não viu, assista a integra aqui
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quinta-feira, 29 de julho de 2010
Invasão em CURITIBA!


Aii galera


Amanhã embarcaremos rumo ao 3º encontro de bicicletadas do Brasil, em Curitiba.
Vai ser lindooooo.. e esse ano será bem especial pra mim pq ano passado eu quebrei o braço 1 SEMANA antes do bonde. Participei da bicicletada carregada num charrete e não desci a Serra da Graciosa :(
Vai ser questão de honra dessa vez
EBAAAA!!!!!!!!
Veja mais informações no blog Outras Vias


quarta-feira, 28 de julho de 2010
Tenho minha delicadeza
Mexo, remexo na inquisiçãoSó quem já morreu na fogueira sabe o que é ser carvão
Eu sou pau pra toda obra, Deus dá asas à minha cobra
Minha força não é bruta, não sou freira nem sou puta
Porque nem toda feiticeira é corcunda, nem toda brasileira é bunda
Meu peito não é de silicone, sou mais macho que muito homem
Sou rainha do meu tanque, sou pagu indignada no palanque
Fama de porra-louca, tudo bem, minha mãe é Maria ninguém
Não sou atriz, modelo, dançarina
Meu buraco é mais em cima
Porque nem toda feiticeira é corcunda, nem toda brasileira é bunda
Meu peito não é de silicone, sou mais macho que muito homem
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Bike Hype no ar
Fui surpreendida com essa campanha do Dia dos Pais, das lojas C&A:
Achei beeem legal ainda mais que vem com o conceito de "ganhe as ruas".
=)
Achei beeem legal ainda mais que vem com o conceito de "ganhe as ruas".
=)
terça-feira, 20 de julho de 2010
15 minutos de fama
como ja disseram por ai.. virei ciclocelebridade
kkkkkkkkkkkk
mentira ne..
mas a materia ficou realmente legal
eu, drielle e evelyn falando das pedalinas no jornal da gazeta
kkkkkkkkkkkk
mentira ne..
mas a materia ficou realmente legal
eu, drielle e evelyn falando das pedalinas no jornal da gazeta
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Ciclo(qualquercoisa)via da Sumaré
Já existe uma discussão bem polêmica sobre a real eficácia das ciclovias - aquelas vias segregadas e exclusivas para a bicicleta. Alguns acreditam que essas vias pioram o problema da falta de respeito com os ciclistas já que o motorista se acostuma a achar que lugar de bicicleta é somente naquele espaço.
Em contrapartida as ciclovias também servem de estímulo para o seu uso, pois facilitam e tornam seguros os deslocamentos em grandes e movimentadas avenidas. Porém (como todos sabem) é impossível ter ciclovias em 100% dos trajetos e em algum momento vai ser inevitável compartilhar com carros, motos e ônibus.





Em contrapartida as ciclovias também servem de estímulo para o seu uso, pois facilitam e tornam seguros os deslocamentos em grandes e movimentadas avenidas. Porém (como todos sabem) é impossível ter ciclovias em 100% dos trajetos e em algum momento vai ser inevitável compartilhar com carros, motos e ônibus.
Enfim, nem quero adentrar no mérito da questão, isso é assunto pra outras conversas!
Fato é: bem ou mal existem algumas (raras) ciclovias na cidade de São Paulo e elas têm sido bastante comemoradas por alguns ciclistas. Mas convenhamos, de que adianta lutar tanto por um espaço se eles são feitos de forma amadora, sem planejamento cicloviário nem manutenção????
Sinceramente, tem coisas que é melhor nem começar a fazer. Um exemplo disso é a "ciclovia" da avenida Sumaré. Todos os dias eu passo por ela e não me conformo com o que vejo. Primeiro pq ela - na minha humilde opinião - já nasceu errada ali no canteiro central da avenida.
Implantar ciclovias em canteiros centrais é tirar espaço de calçadas para pedestres e de árvores. Se precisamos tirar espaço de alguém nessa cidade, é dos automóveis nas ruas. Parece coisa armengada, improvisada, "nas coxas". Pedalar ali é fazer downwill constante! Haja suspensão!
Nem vou falar que é um saco ter que enfrentar os (milhões de) cruzamentos que cortam a ciclovia o tempo todo........
Pra piorar a situação, quem precisa se deslocar por aquela avenida tem que escolher passar entre: a "cicloterra", faixa da direita compartilhando com os onibus e um asfalto RIDÍCULO, faixas dos carros no meio ou à esquerda na motofaixa. Resultado: todos os dias vejo mais bicicletas pedalando na faixa exclusiva para motos!!!!
Além de inviável é vergonhoso, ainda mais sabendo que a área está sob responsabilidade da Sub-Prefeitura da Lapa (em tese, amiga do ciclista).
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segunda-feira, 12 de julho de 2010
Audax Boituva Parte 2: Surpresas e Superações
Assim que foi dada a largada o frio na barriga se espalhou pro corpo inteiro. Mas não era psicológico, tava frio de verdade! Perfuramos uma neblina linda e pedalamos dentro dela por uns bons minutos... frio frio frio, fumacinha na boca e dedos congelando!


De repente eu e a Sarah estavamos pedalando juntas! Deu uma energia boa ter com que compartilhar as sensações. Chegamos no 1ºPC umas 11h da manhã, lá encontramos outros amigos e descansamos um pouco antes de partir rumo aos outros 75km de prova.

Cheguei a colocar até meu corta-vento mas logo tava pingando de suor por dentro. Alguns quilômetro pedalamos em grupo, conversando, filmando o caminho, tirando fotos do visual que era incrivel. Mas a solidão era o destino e foi assim grande parte do percurso.
Vez por outra trombava com algum ciclista consertando pneu e era impressionante ver a solidariedade das pessoas, ninguém negava ajuda. A estrada tinha muito restos de asfalto, pedrinhas e arames, um desafio pedalar assim. Fora isso a Rodovia Castello Branco é bem movimentada, os caminhões passam muito rápido chegando até a desequilibrar.
A velocidade máxima permitida lá é de 120km/h. UM ABSURDO considerando que é uma região habitada, onde muita gente pedala como meio de transporte ou esporte. Não é raro ver a imprensa noticiando acidentes fatais por ali. Passei por crianças, idosos, famílias e até um cachorrinho perdido.
Enfim,
os 75km iniciais foram de reflexão, solidão, nostalgia. Pensava muito nos outros audaciosos. Onde estariam? Será que tava tudo bem? E a Jeanne, desistiu? Mandava msg no celular e ninguém respondia. Silêncio, silêncio, silêncio!

De repente eu e a Sarah estavamos pedalando juntas! Deu uma energia boa ter com que compartilhar as sensações. Chegamos no 1ºPC umas 11h da manhã, lá encontramos outros amigos e descansamos um pouco antes de partir rumo aos outros 75km de prova.

Até que Dona Sarah decidi não mais fazer 150km e sim os 300km!!! Fiquei assustada, pedi por tudo pra ela não ir. Em vão. A menina tava decidida e não tinha jeito de fazê-la desistir da idéia! E ela foi.... Foi com a Pantera (sua bicicleta de roda fixa).

Eu já estava na metade do Desafio, faltavam os outros 75km e me sentia super bem, mas mal sabia o que me esperava pela frente! As descidas viraram subidas, o sol rachava a cuca e o vento era adversário, pois assoprava contra a gente! A pedalada foi mais cansativa, mas nao menos legal.
Sem a preocupação do tempo, eu e outros amigos pudemos apreciar a paisagem, parar pra tirar mais fotos e até um super picnic incrível. Avistar a placa "Boituva 5km" deu um gás fenomenal. Na minha cabeça só pensava que aquela era a distância que fazia todos os dias, então ia chegar logo (isso não funciona sempre, pois esses 5km demoraram uma eternidade).
Concluir o Desafio 150km foi lindo, emocionante. Mas ver as amigas, Jeanne e Sarah, superando os próprios limites foi inexplicável. A primeira não pedala tanto depois que sofreu um assalto, ficou traumatizada mas nao desistiu da bike. Completou o desafio no seu ritmo e com muito louvor! A segunda fez os 300km com uma bicicleta considerada imprópria para o tipo de evento e mostrou que o limite está na cabeça de cada um. Chegou às 3h da manhã, dentro do tempo máximo e recebeu mil elogios (mesmo quem a chamou de maluca assumiu que isso também era um elogio, me incluo nessa).
Só sobraram ótimas histórias e muitos vídeos pra editar. Meu computador, tadinho, já tem tanto material que mal consegue responder aos comandos no tempo. Só tenho a agradecer aos organizadores pela disposição e aos amigos pela energia. O próximo é em agosto, 400km, só pode participar quem fez os 300km (+ a Sarah, pessoa de quem nao duvido nunca mais). Eu ficarei esperando a etapa de 200km, super ansiosa e já com muito frio na barriga.

.
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Mulher e ciclista no caos urbano

Dia 11 de julho (final da copa do mundo) a partir das 18h, as Pedalinas vão ministrar uma palestra muito legal no Espaço Impróprio, Rua Dona Antônia de Queiroz, 40, esquina com a Augusta.
O tema é "Ser frágil? Mulher e Ciclista no espaço urbano" e eu também estarei lá trocando experiência, tirando dúvidas e tentando estimular mais pessoas a andar de bike!!!
Quem puder comparecer pra dar uma força será muito benvindo..
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